A nível internacional, os principais objectivos da Câmara incluem a assistência aos empresários húngaros nos mercados estrangeiros e a exploração de novas oportunidades de parceria, em particular com os países vizinhos.
A criação de câmaras de comércio e indústria foi proporcionada por uma patente real de Franz Josef I Imperador Austríaco e Rei Húngaro datada de 18 de Março de 1850. A primeira lei da câmara húngara promulgada em 1868 e em vigor até 1934 impôs a adesão obrigatória a todos os comerciantes, artesãos e empresas comerciais e industriais da Hungria.
Após a Segunda Guerra Mundial, um decreto governamental aboliu as câmaras de comércio e indústria sem sucessores legais. Todos os seus bens foram transferidos para o Tesouro. Em 1948, foi criada a Câmara de Comércio Húngara, um organismo estreitamente alinhado com o Estado. Renomeada Câmara de Economia Húngara em 1985, foi encarregada de conciliar e representar os interesses dos operadores económicos húngaros, e teve também de desempenhar as funções clássicas de uma câmara.
A partir de 1990, puderam ser criadas câmaras regionais e, em 1991, seis câmaras regionais começaram a funcionar como entidades jurídicas independentes. Empresas e empresários tornaram-se automaticamente membros das câmaras regionais, enquanto que a Câmara de Economia húngara continuou a sua actividade como "organização guarda-chuva", incorporando e coordenando as actividades das câmaras regionais a nível nacional e internacional.
A Lei XVI de 1994 sobre as Câmaras de Economia previa a reintrodução das câmaras como órgãos de direito público. A lei estabelecia que as câmaras seriam responsáveis por fomentar o desenvolvimento e a organização da economia, por incentivar o crescimento das empresas, por garantir práticas de mercado justas, e por apoiar a promoção geral e conjunta de interesses entre aqueles que conduzem actividades empresariais.
Com base na nova Lei da Câmara adoptada pelo Parlamento em 1999, o Governo aboliu a filiação obrigatória nas câmaras a partir de Novembro de 2000. Na eleição extraordinária da Câmara que teve lugar a 30 de Outubro de 2000, o Dr. László Parragh, o Director Executivo da Parragh Rt. foi eleito Presidente, cargo que ocupa desde então.
Para além das suas tarefas tradicionais, a promoção das PMEs e a promoção da exportação de capital tornaram-se também objectivos centrais da Câmara.
A nível internacional, os principais objectivos da Câmara incluem a assistência aos empresários húngaros nos mercados estrangeiros e a exploração de novas oportunidades de parceria, em particular com os países vizinhos. A adesão da Câmara à Eurocâmara e ao ICC em 1990 abriu novos caminhos para uma intensa actividade de lobbying.
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